Desejo, de verdade, muito amor para todos vocês. Todos, sem exceção. - Clarissa Corrêa

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

[...] o que quero dizer é justamente o que estou dizendo. Não estou com pena de mim. Tá tudo bem. . Tenho tomado banho, cortado as unhas, escovado os dentes, bebido leite. Meu coração continua batendo - taquicárdico, como sempre. Dá licença, Bob Dylan: it’s all right man, I’m just bleeding. tá limpo. sem ironias. sem engano. Amanhã, depois, acontece de novo, não fecho* nada, não fechamos nada, continuamos vivos e atrás da felicidade, a próxima vez vai ser ainda quem sabe mais celestial* que desta, mais infernal também, pode ser, deixa pintar. Se tiver aprendido lições [amor é pedagógico?], até aproveito e não faço tanta besteira* . Mas acho que amor não é cursinho pré-vestibular. Ninguém encontra seu nome no listão dos aprovados*. A gente só fica assim. Parado olhando a medida do Bonfim no pulso esquerdo, lado do coração e pensando, pois é, vejam só, não me valeu .”