Desejo, de verdade, muito amor para todos vocês. Todos, sem exceção. - Clarissa Corrêa
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Quando partiu, levava as mãos no bolso, a cabeça erguida. Não olhava para trás, porque olhar para trás era uma maneira de ficar num pedaço qualquer para partir incompleto, ficado em meio para trás. Não olhava, pois, e, pois não ficava. Completo, partiu.