Desejo, de verdade, muito amor para todos vocês. Todos, sem exceção. - Clarissa Corrêa

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Não escreva nada, não nos procuramos mais: um dia nos cruzamos por acaso, de repente, e então vemos o que aconteceu a nossos rancores e reagimos de acordo com isso. Mas se você quiser me contar das suas funduras, e não apenas defender-se — e os amigos são, sim, para trocar abismos — então me escreva.

Caio F. Abreu in “Cartas”